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domingo, 17 de junho de 2012

Não é de agora que se sabe que uma das habilidades que é preciso ter para que a carreira deslanche é saber lidar com a falsidade, porque ela existe, e, de todos os maus colegas, os maus patrões, os péssimos líderes que temos de enfrentar no trabalho, e no dia a dia, seja na lata ou por ouvir dizer, aqueles que se predispõem ou parecem que querem ajudar, mas, está(ão) tramando alguma coisa que só vamos descobrir tarde demais (eu hein...)

Para ilustrar, vamos contar uma pequena historinha sobre a falsidade:


Era uma vez um gafanhoto que estava desconfiado das intenções de seu colega, o camaleão.
E o preocupado gafanhoto, sem saber o que fazer, foi se aconselhar com a aranha.
Aí, o gafanhoto se pôs a contar suas preocupações para a aranha.
Disse que achava que o camaleão era um falso de carteirinha, porque mudava de cor conforme a ocasião, e isso e aquilo.
Além disso, disse o gafanhoto, o camaleão ficava ali, sempre na moita, com aquela cara de sonso, imóvel, sem produzir nada de útil, só esperando um momento de distração dos descuidados para esticar sua língua pegajosa e abocanhá-los.
A aranha, surpresa, arregalou seus quinhentos olhos e disse para o gafanhoto que nunca tinha olhado a situação por aquele ângulo...
Mas agora, pensando melhor, ela concordava que era mesmo preciso tomar muito cuidado com o camaleão.
E acrescentou que só existe uma maneira de lidar com um colega falso: os bons precisam se unir para neutralizar o mal.
Interessado, o gafanhoto deu um passo para frente e sua pata grudou na teia da aranha.
Imediatamente, a aranha avançou e começou a embrulhá-lo para o almoço.
Surpreso, o gafanhoto perguntou: “Peraí, aranha, nós não somos colegas e parceiros?”
E a aranha respondeu: “Não me leve a mal, meu caro, mas o que vale aqui é a lei da selva. Boa intenção é uma coisa; prioridade pessoal é outra”.

E ali de sua moita, observando a cena, o camaleão filosofou:

A confiança do colega sincero é o melhor alimento do colega hipócrita

Assim senhores e senhoras, cuidado nas próxima eleição que está a surgindo, afinal de aproveitadores por entre nós existem 99/9%, sejam criteriosos ao escolherem os seus candidaros.

Texto de Max Gheringer, retirado do livro “Superdicas para impulsionar sua carreira” Ed. Saraiva.

2 comentários:

  1. SINTO VERGONHA DE MIM
    Sinto vergonha de mim, por ter sido educador de parte deste povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade, e por ver este povo já chamado varonil, enveredar pelo caminho da desonra.
    Sinto vergonha de mim, por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o ‘eu’ feliz a qualquer custo, buscando a tal ‘felicidade’ em caminhos eivados de desrespeito para com o seu próximo.
    Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos ‘floreios’ para justificar atos criminosos, a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre ‘contestar’, voltar atrás e mudar o futuro.
    Tenho vergonha de mim, pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer…
    Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço. Não tenho para onde ir, pois amo este meu chão, vibro ao ouvir o meu Hino e jamais usei a minha Bandeira para enxugar o meu suor, ou enrolar o meu corpo na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
    Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti, povo deste mundo!
    ‘De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude. A rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto’.

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  2. MAS ONDE SE ENCONTRA AMIGOS NA POLÍTICA?
    A VERDADE É QUE O INTERESSE É PURAMENTE PESSOAL!!

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