Total de visualizações de página

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O Gatinho miou mesmo!

Não há uma casa, um boteco, um capo de futebol, um local em nossa City que não há quem não indague: O que foi que houve com o pré-Candidato Ticiano Matos, que não perdia uma oportunidade de rechaçar o atual governo, de induzir pessoas, familiares a erro? Qual foi o real motivo ou a razão de tão inesperada desistência?

Seja num bate papo, àqueles que confiavam na frustrada esperança de que podiam contar com o especulado candidato, uns se dizem traídos, outros os caracterizam de covarde e ainda aquele que afirmam que o tal se vendeu.

Não somos adeptos deste entendimento, sabemos que o ex-pré-candidato Ticiano constatou que a soberania do atual governo estava anos luz de sua possibilidade, de vir, até a concorrer as eleição de 2016, pois, a nosso humilde entendimento, a derrota é certa e a cacetada e humilhação notórias.

Noutro ponto de vista, há a hipótese, que não pode ser deixada de lado, que é a de que o ex-pré-candidato queria mesmo era aparecer, e fazia de tudo para ser notado pelo atual gestor, e mais do que certo Prefeito em 2013/2016 de Taperoá.

O Certo é que o gatinho miou diante ao poder do leão, Toinho não deixou brechas, nem hipóteses para que alguém possa-o ameaça-lo, fez muito bem o dever de casa e caiu nas graças de nossa população Taperopolitana, ao ponto de acharmos, conforme percorre a carruagem, que em Taperoá haverá candidatura única.

Não podemos deixar de registrar que por trás do silêncio dos bons que ficaram pelos caminhos eleitorais deve existir um barulho que ninguém ouve, porém, é possível de perceber a marca da pancada da indiferença. Quem viu o seu sonho se transformar em frangalhos, com certeza, a palavra “amiga” não é o analgésico ideal para amenizar a dor causada pelo cochilo político.

A política partidária foi idealizada para gladiadores, ou seja, homens fortes e que não tiram por um só segundo o olhar do seu desafiador. Aquele que se deu por satisfeito com o truque do baralho e da cartola, com certeza, foi mal.

Quem acreditou que o ex-pré-candidato era a bola da vez, se descuidou e não olhou para trás para comparar o seu ínfimo peso da mácula de sua história política, e assim, cometeu uma falha. Pois sem poder próprio de convenção partidária, sem o apoio importante no plano estadual, no municipal muito menos no federal, não existiu outro caminho, e por tal razão que se deu a rendição ao entendimento que já é uma realidade no município de que o atual irá se manter, mais forte do que nunca.

Não adianta se estrebuchar e nem ficar amuado politicamente. A verdade é que mesmo com o surgimento para pré-candidatos a prefeito, nenhum tem a história administrativa, e agora senhores, o prefeito Toinho do Banco tem de sobra, e coitados do que só enxergaram tal situação na reta final.

Boa sorte para vocês.

domingo, 17 de junho de 2012

Não é de agora que se sabe que uma das habilidades que é preciso ter para que a carreira deslanche é saber lidar com a falsidade, porque ela existe, e, de todos os maus colegas, os maus patrões, os péssimos líderes que temos de enfrentar no trabalho, e no dia a dia, seja na lata ou por ouvir dizer, aqueles que se predispõem ou parecem que querem ajudar, mas, está(ão) tramando alguma coisa que só vamos descobrir tarde demais (eu hein...)

Para ilustrar, vamos contar uma pequena historinha sobre a falsidade:


Era uma vez um gafanhoto que estava desconfiado das intenções de seu colega, o camaleão.
E o preocupado gafanhoto, sem saber o que fazer, foi se aconselhar com a aranha.
Aí, o gafanhoto se pôs a contar suas preocupações para a aranha.
Disse que achava que o camaleão era um falso de carteirinha, porque mudava de cor conforme a ocasião, e isso e aquilo.
Além disso, disse o gafanhoto, o camaleão ficava ali, sempre na moita, com aquela cara de sonso, imóvel, sem produzir nada de útil, só esperando um momento de distração dos descuidados para esticar sua língua pegajosa e abocanhá-los.
A aranha, surpresa, arregalou seus quinhentos olhos e disse para o gafanhoto que nunca tinha olhado a situação por aquele ângulo...
Mas agora, pensando melhor, ela concordava que era mesmo preciso tomar muito cuidado com o camaleão.
E acrescentou que só existe uma maneira de lidar com um colega falso: os bons precisam se unir para neutralizar o mal.
Interessado, o gafanhoto deu um passo para frente e sua pata grudou na teia da aranha.
Imediatamente, a aranha avançou e começou a embrulhá-lo para o almoço.
Surpreso, o gafanhoto perguntou: “Peraí, aranha, nós não somos colegas e parceiros?”
E a aranha respondeu: “Não me leve a mal, meu caro, mas o que vale aqui é a lei da selva. Boa intenção é uma coisa; prioridade pessoal é outra”.

E ali de sua moita, observando a cena, o camaleão filosofou:

A confiança do colega sincero é o melhor alimento do colega hipócrita

Assim senhores e senhoras, cuidado nas próxima eleição que está a surgindo, afinal de aproveitadores por entre nós existem 99/9%, sejam criteriosos ao escolherem os seus candidaros.

Texto de Max Gheringer, retirado do livro “Superdicas para impulsionar sua carreira” Ed. Saraiva.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Perdeu a Graça!


Por razão de extrema falta de assunto, o Taperocity deu uma PAUSA, pois a mesmice estava nos matando. Se verificarem em algumas postagens atrás, atestarão que o que este blog publicou foi a mais pura verdade, pena que não apostamos nada.

Gente! Nunca em toda a História política no Município de Taperoá a política fora tão desestimulante, em tempos atrás já estaríamos com carros de som, com musicas do arruma a mala aê... dentre outras bem conhecidas, pessoas já opinando em quem vota, que o candidato tal é melhor que o outro é pior, etc.. 

Este ano político será o ano mais anômalo, sinceramente perdeu a graça. Nem o referendado Taperopólis está tendo assunto para publicar. A oposição mesmo antes da reta inicial já foi nocauteada. O tão (ir)responsável  Tíciano Matos, que afirmava em alto e bom tom, que ganhando ou perdendo, seria candidato a Prefeito; mas onde está mesmo esse edil? Segundo membros do PMDB, o pretenso candidato não quer mais ser o pré-candidato ao executivo, entretanto, não justificou a ou as razões para tanto, embora nem precise, afinal, covarde nasce e morre covarde.

O Flávio Araújo é uma utopia política, afinal esse rapaz confuso, malmente sabe governar o seu lar, quanto mais uma Cidade como Taperoá, mas sonho que se sonha só é só um sonho, e pelo visto, este sonho é singular mesmo, mesmo porque ninguém aposta no rapaz.

Trouxeram-nos notícias de que a Senhora Maísa Brum pretende se lançar a ser Candidata, para concorrer a uma cadeira no Executivo. Um bom nome, mas desprestigiada, são raras as pessoas que apostam em sua capacidade, nós acreditamos que nem os votos de sua família, no total, ela terá.

Assim meus conterrâneos, a política continuará na mesmice, o que não é bom para a Democracia, afinal, segundo o percorrer da carruagem, se a oculta oposição não ressurgir, Taperoá terá candidato único.

Procurando a Oposição